A viabilidade da pratica de treinamento físico em pacientes com leucemia aguda: uma revisão sistemática

  • Alan Moraes UDESC
  • Claudio Battaglini University of North Carolina (UNC)
  • Douglas Smielewski UDESC
  • Ariany Vieira UDESC
  • Magnus Benetti UDESC
Palavras-chave: Treinamento físico, Leucemia, Revisão

Resumo

Introdução: O tratamento da leucemia acarreta efeitos adversos aos pacientes e sequelas que se manifestam de forma aguda (durante o tratamento) e também em longo prazo (pós-tratamento). Pesquisas com pacientes oncohematológicos vêm mostrando que o treinamento físico possa ser capaz de minimizar os efeitos adversos do tratamento quimioterápico do câncer. Objetivo: Verificar a viabilidade de um programa estruturado de treinamento físico especificamente em pacientes com leucemia mielóide aguda e leucemia linfoide aguda durante o tratamento inicial da doença. Fonte de dados: Foi efetuada uma revisão de literatura nas bases de dados computadorizadas LILACS, EMBASE, MEDLINE, SPORTDiscus, CINAHL, Cochrane e PEDro.  Como principais critérios de inclusão estudos com mais de 50% dos pacientes com diagnóstico de leucemia aguda, artigos originais em que o treinamento físico fosse a principal intervenção utilizada e com avaliações objetivas dos desfechos. Resultados: Foram selecionados seis artigos, os quais analisavam a viabilidade e eficácia do treinamento físico. Treinamento físico demonstrou melhorar ou manter os níveis de fadiga, além de relatada melhorias na angustia, ansiedade, qualidade de vida e depressão, assim como no desempenho físico nessa população. Conclusão: Os estudos apontam para a viabilidade e segurança do treinamento físico executado por pacientes oncohematológicos, todavia, mais pesquisas são necessárias.

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Biografia do Autor

Alan Moraes, UDESC
Formado em Educação Física, Fisologista do Exercício, Mestrando em Atividade Física e Saúde na Universidade do Estado de Santa Catarina, linha de pesquisa: Exercício e Câncer. Professor do Curso de Medicina e Fisioterapia - UNISUL/PB
Claudio Battaglini, University of North Carolina (UNC)
Formado em Educação Física, PhD pela University of Northern Colorado. Professor associado de Ciências do Desporto e Exercício (Especialização Fisiologia Exercício) na University of North Carolina at Chapel Hill e membro do UNC Lineberger Comprehensive Cancer Center, Prevenção e Controle de Câncer (UNC).
Douglas Smielewski, UDESC
Acadêmico do Curso de Fisioterapia na Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), Florianópolis - SC, Brasil. linha de pesquisa: Exercício e Câncer.
Ariany Vieira, UDESC
Acadêmica do Curso de Fisioterapia na Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). linha de pesquisa: Exercício e Câncer.
Magnus Benetti, UDESC
Formado em Educação Física, Doutor em Medicina: Cardiologia e Ciências Cardiovasculares pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Professor de Fisiologia do Exercício e Fisiopatologia nos cursos de Educação Física e Fisioterapia. Reabilitação Cardiopulmonar e Meatabólica do Programa de Pós-Graduação - Mestrado e Doutorado na Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), Florianópolis - SC, Brasil.
Publicado
10-05-2014
Seção
Artigos de Revisão