Biological and urban environmental variables as correlates of adolescents' physical activity

  • Julio Brugnara Mello Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Programa de Pós-Graduação em Ciências do Movimento Humano. Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil. https://orcid.org/0000-0002-3013-1760
  • Michael Duncan Centre for Sport, Exercise and Life Sciences Coventry University, Coventry, United Kingdom.
  • Arieli Dias Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Programa de Pós-Graduação em Ciências do Movimento Humano. Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil. https://orcid.org/0000-0001-6648-8799
  • Gabriel Bergmann Universidade Federal de Pelotas, Laboratório de Estudos em Esporte Coletivo, Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil. https://orcid.org/0000-0002-6275-0232
  • Anelise Gaya Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Programa de Pós-Graduação em Ciências do Movimento Humano. Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil. https://orcid.org/0000-0002-8335-6947
  • Adroaldo Gaya Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Programa de Pós-Graduação em Ciências do Movimento Humano. Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil. https://orcid.org/0000-0002-5941-5089

Resumo

O objetivo deste estudo foi examinar as variáveis ​​biológicas e do ambiente urbano que se associam à atividade física (AF) em adolescentes. Em seguida, examinar a inter-relação entre variáveis ​​biológicas, do ambiente urbano e AF em uma análise de equações estruturais. Estudo transversal com amostra randomizada de adolescentes. As medidas incluíram AF (passos/dia por pedômetros); questionário de autorrelato; localização geográfica; processo de 'geocodificação'; observação direta e aptidão cardiorrespiratória (por teste de corrida de 6 min). Modelos de regressão logística linear e binária foram testados. Além disso, análises de moderação e mediação foram testadas. A amostra foi composta por 236 adolescentes (61,9% meninas) de 14 a 18 anos. O deslocamento até a escola esteve associado à distância entre a residência e a escola (OR = 6,41; IC95%: 1,01-40,80) e ao walkability (OR = 1,40; IC95%: 1,02-1,94). O gênero modera a relação entre o walkability e deslocamento para a escola, associação apenas em meninas (OR = 1,72; p < 0,05). A relação entre o uso de espaços públicos e AF foi reduzida (∆β = -1320,6 passos/dia; p < 0,05) na presença de aptidão cardiorrespiratória (efeito mediador). Concluindo, a AF de adolescentes está associada ao uso de espaços públicos, mas essa relação é mediada pela aptidão cardiorrespiratória. Além disso, a AF está associada ao deslocamento para a escola. Esse deslocamento está associado à distância entre a residência e a escola e ao walkability apenas em meninas.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Julio Brugnara Mello, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Programa de Pós-Graduação em Ciências do Movimento Humano. Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil.
Possui graduação em Educação Física (2014) pela Universidade Federal do Pampa - Campus Uruguaiana, onde é membro do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Saúde na Infância e Adolescência. Atualmente é mestrando do PPG em Ciência do Movimento Humano na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, onde é membro do Grupo de Pesquisa Projeto Esporte Brasil. Tem breve experiência na área Atividade Física e Saúde, atuando principalmente nos seguintes temas: atividade física, ambiente e saúde, pedometria, qualidade de vida e saúde pública e educação física escolar.

Referências

Corder K, Winpenny E, Love R, Brown HE, White M, Van Sluijs E. Change in physical activity from adolescence to early adulthood: a systematic review and meta-analysis of longitudinal cohort studies. Br J Sports Med. 2019;53(8):496–503.

Myers J, McAuley P, Lavie CJ, Despres JP, Arena R, Kokkinos P. Physical Activity and Cardiorespiratory Fitness as Major Markers of Cardiovascular Risk: Their Independent and Interwoven Importance to Health Status. Prog Cardiovasc Dis. 2015;57(4):306–14.

Guthold R, Stevens GA, Riley LM, Bull FC. Global trends in insufficient physical activity among adolescents: a pooled analysis of 298 population-based surveys with 1·6 million participants. Lancet Child Adolesc Heal. 2020;4(1):23–35.

Sterdt E, Liersch S, Walter U. Correlates of physical activity of children and adolescents: A systematic review of reviews. Health Educ J. 2014;73(1):72–89.

Sallis JF, Cervero RB, Ascher W, Henderson KA, Kraft MK, Kerr J. An ecological approach to creating active living communities. Annu Rev Public Health. 2006;27:297–322.

Sallis JF, Prochaska JJ, Taylor WC. A review of correlates of physical activity of children and adolescents. Med Sci Sport Exerc. 2000;32(5):963–75.

Rhodes RE, Janssen I, Bredin SSD, Warburton DE, Bauman A. Physical activity: Health impact, prevalence, correlates and interventions. Psychol Health. 2017;32(8):942–75.

Tikanmäki M, Tammelin T, Vääräsmäki M, Sipola-Leppänen M, Miettola S, Pouta A, et al. Prenatal determinants of physical activity and cardiorespiratory fitness in adolescence – Northern Finland Birth Cohort 1986 study. BMC Public Health. 2017;17(1):346.

Ross A, Searle M. A Conceptual Model of Leisure Time Physical Activity, Neighborhood Environment, and Sense of Community. Environ Behav. 2019;51(6):749–81.

Sallis JF, Cerin E, Conway TL, Adams MA, Frank LD, Pratt M, et al. Physical activity in relation to urban environments in 14 cities worldwide: a cross-sectional study. Lancet. 2016;387(10034):2207–17.

Smith M, Hosking J, Woodward A, Witten K, MacMillan A, Field A, et al. Systematic literature review of built environment effects on physical activity and active transport – an update and new findings on health equity. Int J Behav Nutr Phys Act. 2017;14(1):158.

Bancroft C, Joshi S, Rundle A, Hutson M, Chong C, Weiss CC. Association of proximity and density of parks and objectively measured physical activity in the United States: A systematic review. Soc Sci Med. 2015;138:22–30.

McGrath LJ, Hopkins WG, Hinckson EA. Associations of Objectively Measured Built-Environment Attributes with Youth Moderate–Vigorous Physical Activity: A Systematic Review and Meta-Analysis. Sport Med. 2015;45(6):841–65.

Chillón P, Ortega FB, Ruiz JR, Veidebaum T, Oja L, Mäestu J, et al. Active commuting to school in children and adolescents: An opportunity to increase physical activity and fitness. Scand J Public Health. 2010;38(8):873–9.

D’Angelo H, Fowler SL, Nebeling LC, Oh, AY. Adolescent Physical Activity: Moderation of Individual Factors by Neighborhood Environment. Am J Prev Med. 2017;52(6):888–94.

Mello JB, Farias VM, Bergmann MLA, Bergmann GG. Number of steps per day and the screening of cardiovascular disease risk factors in adolescents. Mot Rev Educ Física. 2016;22(2):36–43.

Bergmann G, Bergmann M, De Castro A, Lorenzi T, Pinheiro E, Moreira R, et al. Use of the 6-minute walk/run test to predict peak oxygen uptake in adolescents. Rev Bras Ativ Fís Saúde. 2014;19(1):64-73.

Lee RE, Booth KM, Reese-Smith JY, Regan G, Howard HH. The Physical Activity Resource Assessment (PARA) instrument: Evaluating features, amenities and incivilities of physical activity resources in urban neighborhoods. Int J Behav Nutr Phys Act. 2005;2(1):1–9.

Sundquist K, Eriksson U, Kawakami N, Skog L, Ohlsson H, Arvidsson D. Neighborhood walkability, physical activity, and walking behavior: The Swedish Neighborhood and Physical Activity (SNAP) study. Soc Sci Med. 2011;72(8):1266–73.

Norman GJ, Nutter SK, Ryan S, Sallis JF, Calfas KJ, Patrick K. Community Design and Access to Recreational Facilities as Correlates of Adolescent Physical Activity and Body-Mass Index. J Phys Act Heal. 2006;3(s1):S118–S128.

Edwards N, Hooper P, Knuiman M, Foster S, Giles-Corti B. Associations between park features and adolescent park use for physical activity. Int J Behav Nutr Phys Act. 2015;12(1):21.

Reis RS, Hino AAF, Florindo AA, Añez CRR, Domingues MR. Association Between Physical Activity in Parks and Perceived Environment: A Study With Adolescents. J Phys Act Heal. 2009;6(4):503–509.

Monyeki MA, Awotidebe A, Moss SJ, Sparks M, Wushe S, Coetzee B. Relationship between physical activity, body fatness and cardiorespiratory fitness in South African adolescents: The PAHL Study. African J Phys Act Heal Sci. 2017;23(1.2):111–28.

Santos MS, Hino AAF, Reis RS, Rodriguez-Añez CR. Prevalência de barreiras para a prática de atividade física em adolescentes. Rev Bras Epidemiol. 2010;13(1):94–104.

Camargo EM, Paiva HK, Pacheco HLM, Campos, W. Facilitadores para a prática de atividade física no lazer em adolescentes. Rev Bras Ativ Fis Saúde. 2017;22(6):561–67.

Bedimo-Rung AL, Mowen AJ, Cohen DA. The significance of parks to physical activity and public health. Am J Prev Med. 2005;28(2):159–68.

Chillón P, Panter J, Corder K, Van Sluijs EMF. A longitudinal study of the distance that young people walk to school. Health Place. 2015;31:133–7.

Cohen DA, Ashwood S, Scott M, Overton A, Evenson KR, Voorhees CC. Proximity to School and Physical Activity Among Middle School Girls: The Trial of Activity for Adolescent Girls Study. J Phys Act Heal. 2006;3(s1):S129–S138.

Sallis JF, Conway TL, Cain KL, Carlson JA, Frank LD, Kerr J. Neighborhood built environment and socioeconomic status in relation to physical activity, sedentary behavior, and weight status of adolescents. Prev Med. 2018;110:47–54.

Esteban-Cornejo I, Carlson JA, Conway TL, Cain KL, Saelens BE, Frank LD. Parental and Adolescent Perceptions of Neighborhood Safety Related to Adolescents’ Physical Activity in Their Neighborhood. Res Q Exerc Sport. 2016;87(2):191–9.

Publicado
28-10-2020
Seção
Artigos Originais