Jump gymnastic at school physical education for adolescents and adults: changes and prevalence of success in health-related physical fitness

  • Vanilson Batista Lemes Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Educação Física Fisioterapia e Dança, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil. http://orcid.org/0000-0003-3298-4449
  • Caroline Brand Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Educação Física Fisioterapia e Dança, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil. https://orcid.org/0000-0002-0544-0449
  • Arieli Fernandes Dias Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Educação Física Fisioterapia e Dança, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil. https://orcid.org/0000-0001-6648-8799
  • Adroaldo Cezar Araujo Gaya Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Educação Física Fisioterapia e Dança, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil. https://orcid.org/0000-0001-5227-4378
  • Anelise Reis Gaya Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Escola de Educação Física Fisioterapia e Dança, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil. https://orcid.org/0000-0002-8335-6947

Resumo

Este estudo objetivou verificar alterações e a prevalência de sucesso na aptidão física relacionada à saúde após intervenção com ginástica “Jump” na educação física escolar para adolescentes e adultos, estratificado por sexo. Selecionou-se, por conveniência, 39 adolescentes e adultos (20 mulheres), de 15 a 61 anos em uma escola de Charqueadas, Rio Grande do Sul, Brasil. A intervenção consistiu em 60 aulas de ginástica “Jump”, três vezes por semana em um semestre de educação física. Avaliou-se o índice de massa corporal (IMC); perímetro da cintura (PC); aptidão cardiorrespiratória (APCR); exibilidade e força abdominal. As alterações e a prevalência de sucesso foram calculadas através da variação individual pré-teste para pós-teste (D% média) e a análise de Manova foi adotada como teste de comparação para variações das médias entre gênero e variação desses grupos no tempo. O IMC do sexo feminino não alterou (D = -1,17%; p = 0,123), diferentemente do masculino que aumentou (D = 2,07%; p = 0,035). O PC médio não alterou significativamente (feminino: D = -0,71%; p = 0,341; masculino: D = 1,09%; p = 0,564). A força abdominal feminina aumentou (D = 145,47%; p = 0,001) e o sexo masculino não teve alteração (D = -12,82%; p = 0,411). A exibilidade aumentou similarmente no sexo feminino (D = 16,07%; p = 0,041) e no masculino (D = 17,32%; p = 0,039) e a APCR aumentou somente no sexo feminino (D = 14,32%; p = 0,028). A prevalência individual de sucesso foi de 41% na exibilidade, 33% na APCR, 23% na força abdominal, 15% no PC e apenas 10% no IMC. O sexo feminino teve maiores benefícios em relação ao masculino com o Jump na educação física, principalmente na força abdominal e na APCR.

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Publicado
12-06-2019
Seção
Artigos Originais