Environmental factors to promote the use of a Public Park in adults

Palavras-chave: Environment, Urban parks, Demographic data, Leisure activities

Resumo

O objetivo deste estudo foi descrever os fatores ambientais que estimulam o uso de um parque público de acordo com as características sociodemográficas dos frequentadores. Foi realizado um estudo transversal em um parque público de Florianópolis, em 2014/2015. Foi aplicada uma entrevista face-a-face sobre características sociodemográficas e sobre fatores ambientais que podem estimular o uso do parque. Utilizou-se a análise descritiva e os testes Qui-quadrado e teste Z para comparar as proporções entre grupos, adotando-se um nível de significância de p < 0,05. Participaram do estudo 377 frequentadores do parque (59,7% mulheres), com 18 ou mais anos de idade. A beleza, localização geográfica, fatores tecnológicos, arquitetônicos, políticas nor- mativas, valores e atitudes foram os fatores ambientais mais relatados como os que estimulam o uso do parque (p < 0,05). A presença de equipamentos e programas públicos no parque foram os fatores mais relatados entre mulheres, quando comparado aos homens (p > 0,05). A beleza arquitetônica das estruturas e a presença de cartazes/quadros informativos foram os fatores com motivadores mais relatados entre aqueles com ensino fundamental e médio (p < 0,05). Os fatores ambientais existentes parecem ter impacto na motivação para o uso do parque e variam de acordo com as variáveis sociodemográficas dos frequentadores.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Referências

Lee I, Shiroma EJ, Lobelo F, Puska P, Blair SN, Katzmarzyk PT. Effect of physical inactivity on major non-communicable diseases worldwide: an analysis of burden of disease and life expectancy. Lancet. 2012;380(9838):219-29.

Jans MP, Proper KI, Hildebrandt VH. Sedentary behavior in dutch workers. Differences between occupations and business sectors. Am J Prev Med. 2007;33(6):450-4.

Turi BC, Codogno JS, Fernandes RA, Lynch KR, Kokubun E, Monteiro HL. Time trends in physical activity of adult users of the Brazilian national health system: 2010-2014. Longitudinal study. Sao Paulo Med J. 2017;135(4):369-75.

Yang L, Hu L, Hipp JA, Imm KR, Schutte R, Stubbs B, et al. Cross-sectional associations of active transport, employment status and objectively measured physical activity: analyses from the national health and nutrition examination Survey. J Epidemiol Community Health. 2018;72(9):764-9.

Sallis JF, Cervero RB, Ascher W, Henderson KA, Kraft MK, Kerr J. An ecological approach to creating active living communities. Ann Rev Public Health. 2006;27(1):297–22.

Camargo DM, Ramírez PC, Quiroga V, Ríos P, Fermino RC, Sarmiento OL. Physical activity in public parks of high and low socioeconomic status in Colombia using observational methods. J Phys Act Health. 2018;15(8):581-91.

Sugiyama T, Leslie E, Giles-Corti B, Owen N. Associations of neighbourhood greenness with physical and mental health: do walking, social coherence and local social interaction explain the relationships? J Epidemiol Community Health. 2008;62(5):9.

Sullivan WC, Chang C. Mental health and the built environment. in: Dannenberg AL, Frunkin H, Jackson RJ. Making healthy places. Washington: Island Press; 2011. p. 106–16.

McCormack GR, Rock M, Toohey AM, Hignell D. Characteristics of urban parks associated with park use and physical activity: a review of qualitative research. Health Place. 2010;16(4):712–26.

Fermino RC, Hallal PC, Reis RS. Frecuencia de uso de los parques y práctica de actividad física en adultos de Curitiba, Brazil. Rev Bras Med Esporte. 2017;23(4):264–70.

Humpel N, Owen N, Leslie E. Environmental factors associated with adults’ participation in physical activity: A review. Am J Prev Med. 2002;22(3):188–99.

Lee RE, Mama SK, Adamus-Leach HJ, Soltero EG. Contribution of neighborhood income and access to quality physical activity resources to physical activity in ethnic minority women over time. Am J Health Promot. 2015;29(4):210–6.

Van Cauwenberg J, Cerin E, Timperio A, Salmon J, Deforche B, Veitch J. Park proximity, quality and recreational physical activity among mid-older aged adults: moderating effects of individual factors and area of residence. Int J Behav Nutr Phys Act. 2015;12:46.

Silva DAS, Petroski EL, Reis RS. Barreiras e facilitadores de atividades físicas em frequentadores de parques públicos. Motriz. 2009;15(2):219–27.

Ministério da Saúde. Protocolos do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional. Brasília: Ministério da Saúde; 2016.

Papas MA, Alberg AJ, Ewing R, Helzlsouer KJ, Gary TL, & Klassen, A. C. The built environment and obesity. Epidemiol Rev. 2007;29(1);129–43.

Kärmeniemi M, Lankila T, Ikäheimo T, Koivumaa-Honkanen H, Korpelainen R. The built environment as a determinant of physical activity: a systematic review of longitudinal studies and natural experiments. Ann Behav Med. 2018;52(3):239–51.

Hunter RF, Christian H, Veitch J, Astell-Burt T, Hipp JA, Schipperijn J. The impact of interventions to promote physical activity in urban green space: a systematic review and recommendations for future research. Soc Sci Med. 2015;124:246-56.

Cohen DA, McKenzie TL, Sehgal A, Williamson S, Golinelli D, Lurie N. Contribution of public parks to physical activity. Am J Public Health. 2007;97(3):509–14.

Manta SW, Lopes AAS, Hino AAF, Benedetti TRB, Rech CR. Espaços públicos de lazer e estruturas para atividade física: estudo de observação sistemática do ambiente. Rev Bras Cineantropom Desempenho Hum. 2018;20(5):445-55.

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Florianópolis, SC. IBGE; 2010. [citado 2018 Jun 22]. Disponível em: url: https://www.ibge.gov.br/estatisticas-novoportal/por-cidade-estado-estatisticas.html?t=destaques&c=4205407.

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Base de informações do Censo Demográfico: resultados do Universo por setor censitário. Rio de Janeiro: IBGE; 2010.

Reis RS, Nascimento JV, Petroski EL. Escala de auto-percepção do ambiente para a realização de atividades físicas. Rev Bras Ativ Fís Saúde. 2002;7(2):14–23.

Collet C, Chiaradia BM, Reis RS, Nascimento JV. Fatores determinantes para a realização de atividades físicas em parque urbano de Florianópolis. Rev Bras Ativ Fís Saúde. 2008;13(1):15–23.

Messa PTD, Fonseca SA, Nahas MV. Mediadores para a prática de atividade física de lazer em usuários do Parque de Coqueiros – Florianópolis, SC. Revista Catarinense de Educação Física. 2006;2(3):3.

Fermino RC, Reis RS, Hallal PC, Farias Junior JC. Perceived environment and public open space use: a study with adults from Curitiba, Brazil. Int J Behav Nutr Phys Act. 2013;10:35.

Santos MS, Hino AAF, Reis RS, Rodriguez-Añez CR. Prevalência de barreiras para a prática de atividade física em adolescentes. Rev Bras Epidemiol. 2010;13(1):94–104.

Reis RS. Determinantes ambientais para a realização de atividades físicas nos parques urbanos de Curitiba: uma abordagem sócio-ecológica da percepção dos usuários [dissertação de mestrado]. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina; 2001.

Eiras SB, Silva WHA, Souza DL, Vendrusculo R. Fatores de adesão e manutenção da prática de atividade física por parte de idosos. Rev Bras Ciências do Esporte. 2010;31(2):75–89.

Publicado
06-05-2019
Seção
Artigos Originais